Confiar em gatos sim, mas não em todos
Muitas vezes ao ver vídeos sobre gatos, com as suas façanhas, fico admirada. Há gatinhos tão meigos, tão protectores, tão inteligentes. O Riscas é nosso e por isso é especial, mas de vez em quando tem as suas "pancadas", o que me faz sentir que ele é um gato normal. Eu não teria confiança para o colocar junto a um bebé, como já vi pessoas fazerem com os seus gatos, em vídeos. Cada bichano tem o seu temperamento, e nós, os donos, sabemos bem até onde podemos ir. Por exemplo, não estou a ver o Riscas a fazer este trabalho, como o gatinho do vídeo , que leva o cão pela trela até casa! Esta façanha não é para qualquer um!
E o Bob!? Quem não conhece a história do Bob? Um gato que salvou um homem e que esse homem o salvou a ele. Uma amizade improvável entre um toxicodependente e um gato de rua.
Já tenho os seus dois primeiros livro, saiu agora o 3ª, que ainda não tenho, mas tenho esperança que com a chegada do Natal, o venha a ter :)
O engraçado da coisa é que às vezes há surpresas e animais, que podíamos pensar que não se davam em determinadas situações, revelam-se bem à vontade! Uma amiga teve bebé há pouco tempo, e a gatinha dela sempre detestou crianças. Ela diz que até lhes rosnava, e, obviamente, estava preocupada com a socialização dos dois. Mas leu muito sobre o assunto e fez tudo da maneira correta. Não só a gatinha não estranhou assim tanto a bebé, como gosta de estar ao pé dela! Há que vigiar, sempre, especialmente, quando a menina começar a andar e a poder fazer-lhe tropelias, mas o que é certo é que eu acho que a bicharada, se fizermos a socialização como deve ser, sabe que aquele bebé é "dela", é "da casa" e acaba por se afeiçoar e proteger ;)
ResponderEliminarSim acredito que esse processo de socialização feito da maneira correta é o melhor caminho. Ainda ontem vi num facebook relacionado com animais um exemplo disso, onde uma criança agredia um gato e o gato logo de seguida agredia a criança. O meu filho, abraça-o , dá-lhe beijos, brinca ele, por vezes tenho medo que o Riscas tenha alguma reação mais brusca, mas até agora tem corrido tudo bem, são grandes amigos!
ResponderEliminarO importante é termos em conta, que os animais não são pessoas, e se há aqueles que toleram tudo com a maior das paciências, há outros que não percebem um abraço, por exemplo, só sabem que estão a ser apertados e podem não ficar confortáveis. E cabe-nos a nós, conhecer a personalidade dos nossos animais e saber aquilo que os faz confortáveis ou não. Nós também temos as nossas maneiras de ser e de estar, é justo que eles também as tenham ;D
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